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“Foram registrados 100 nascimentos a mais em 2018”

 

2018 foi um ano bastante fértil na maternidade do hospital municipal Claudionor Roriz de Ji-Paraná. Durante os 12 meses, foram registrados 100 procedimentos de patos a mais de crianças em relação ao mesmo período anterior, 2017. Em 2017 foram 1.881 nascimentos, e em 2018, 1.981 procedimentos. Os partos do tipo cesarianos continuam em maior número, apesar da diminuição na diferença do parto normal. Segundo a direção da maternidade, uma das causas do crescimento do parto normal se deve ao trabalho feito pela equipe no Centro de Parto Normal Humanizado.

Números

2017

Em 2017, a maternidade do município realizou 1.881 procedimentos de partos, sendo que neste período os mesmos de maior movimento foram outubro (174), e março (163). Os partos normais somaram 907, enquanto que cesarianos 974. Mensalmente, o movimento na unidade foi: Janeiro (74/83), Fevereiro (68/69), Março (67/87), Abril (59/91), Maio (77/86), Junho (67/90), Julho (77/83), Agosto (84/74), Setembro (76/71), Outubro (104/70), Novembro (66/93) e Dezembro, 79/77.

Já em 2018, a maternidade do hospital Claudionor Roriz registrou 1.881 procedimentos sendo que 907 crianças nasceram de parto normal e outras 974, cesarianas. Já os meses de maior movimento foram maio e setembro para partos normal, e abril e maio em partos cesarianas. Os meses tiveram os seguintes registros: Janeiro (95/96), Fevereiro (98/79), Março (84/97), Abril (81/101), Maio (106/114), Junho (73/78), Julho (57/65), Agosto (41/67), Setembro (103/74), Outubro (92/59), Novembro (71/91), Dezembro (92/77). Total de Partos Normal (993), Cesárea (988). Geral do ano, 1998.

A última vez que a maternidade do hospital Dr. Claudionor Roriz de Ji-Paraná registrou queda no número de nascimentos de crianças foi em 2016, quando registrado 121 partos a menos que o ano anterior, 2015. Em 2017, a estatística mostra que os procedimentos de partos normais aumentaram de forma satisfatória, ou seja, diminuindo a diferença aos de cesáreas. Segundo o enfermeiro obstetra¸ Alex Batista Lima, esse é o resultado da criação da Central de Regulação de Urgência e Emergência (CRUE), constituída no ano passado, que passou a exigir mais controle de pacientes dos municípios da região central. Ainda segundo ele, essa conscientização pelo parto normal é bem mais saudável para a saúde do bebê, quanto para a mãe da criança. “Temos esse trabalho de conscientização que começa já no pré-natal, através do programa Rede Cegonha, além da boa divulgação pelas próprias mamães em decorrência do bom atendimento e atenção profissional das equipes de servidores da nossa maternidade”, concluiu.

Com o jornal,

Diário da Amazônia