Com o aumento na taxa de desemprego nacional no primeiro trimestre para 12,7%, 14 Estados tiveram alta na desocupação no período, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 16.

 

As maiores taxas foram observadas no Amapá (20,2%), Bahia (18,3%) e Acre (18,0%), e a menores, em Santa Catarina (7,2%), Rio Grande do Sul (8,0%) e Paraná e Rondônia (ambos com 8,9%). Em São Paulo, a taxa de desemprego chegou a 13,5%.

Nas demais unidades da federação, houve estabilidade na taxa. As maiores variações foram no Acre (4,9 pontos porcentuais), Goiás (2,5 pontos porcentuais) e Mato Grosso do Sul (2,5 pontos porcentuais).

Em relação ao mesmo trimestre de 2018, a taxa subiu em quatro Estados: Roraima, Acre, Amazonas e Santa Catarina (0,7 p.p.). E caiu em três: Pernambuco, Minas Gerais e Ceará.

Desalento

Em relação ao tempo de procura por trabalho, no Brasil 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.

O total de desalentados - aqueles que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar um emprego - no primeiro trimestre era de 4,8 milhões de pessoas. Os maiores contingentes estavam na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil); os menores, em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

Autor:

Estadão