A secretaria de Saúde (Semusa) de Ji-Paraná, já conta com um novo titular. Trata-se do enfermeiro e servidor de carreira, Rafael Papa que antes estava na direção do hospital municipal Dr. Claudionor do Couto Roriz. A nomeação foi feita no início do mês, e a posse, bastante simplificada, aconteceu na terça-feira, três. Em sua primeira entrevista ao Sistema Gurgacz de Comunicação (SGC) – Diário da Amazônia, o secretário afirmou que a sua prioridade será de fortalecer e melhorar o atendimento nas unidades básicas de Saúde (UBS’s). Ele também defende o fortalecimento da parceria com o governo do Estado.

Nascido em Ji-Paraná há 32 anos, Rafael Papa é filho de pais paranaenses que migraram para Rondônia, mais precisamente ao município jiparanaense há mais de três décadas. Formado em enfermagem e servidor concursado, Rafael Papa também é servidor do Estado, e antes do convite, feito pelo prefeito Marcito Pinto (PDT), foi diretor do hospital municipal Dr. Claudionor Roriz. “Estou muito satisfeito pelo convite e recebi como uma difícil tarefa nesse minha, ainda, curta carreira profissional, mas que me dará uma experiente extremamente necessária”, declarou.

Já ciente dos desafios e das necessidades, o novo secretário disse entender muito bem das dificuldades e complexidades do município na pasta da saúde. Ele afirmou que uma de suas prioridades será de poder oferecer uma saúde mais humanizada, fortalecer a rede básica de saúde dos bairros, e assim, melhorando o atendimento consideravelmente. “Nossa meta é fazer com que o trabalho, cada vez mais, evolua no serviço preventivo. “Sabemos que saúde sempre foi e será muito caro, por isso, temos que investir cada vez mais na saúde preventiva, e com isso, desafogar o movimento dentro do hospital”, disse.

Outro ponto que Rafael Papa abordou a questão do também fortalecimento da parceria com o governo estadual, tentando cada vez mais trazer a estrutura do Estado ao município. “Trata-se de uma estrutura extremamente necessária para as nossas ações”, afirmou.

Ele finalizou dizendo que precisará contar com todos os servidores da secretaria de Saúde, e que modificações certamente terão, mas não serão de imediato. “Temos excelentes servidores, mais certamente, mudanças terão que ser feitas, sempre pensando primeiro no cidadão que procuram as nossas unidades básicas e/ou hospital a procura de tratamento, a começar pelo atendimento”, concluiu.

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Diário da Amazônia