O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) não compareceu ao depoimento ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) marcado para esta 5ª feira (10.jan.2019). Pelo Facebook, Flávio disse que, como não é investigado pela Justiça, ainda não teve acesso às informações do processo.

Em 1 ano, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, Fabrício Queiroz movimentou R$1,2 milhão. Neste período, ele trabalhava como motorista e assessor de Flávio Bolsonaro.

 

Uma das movimentações foi 1 cheque de R$24.000 destinado para a primeira-dama, Michele Bolsonaro.

Flávio já afirmou que confiava em Queiroz e “nunca soube de algo que desabonasse sua conduta”.

Flavio Bolsonaro
 
'Fabricio Queiroz trabalhou comigo por mais de dez anos e sempre foi da minha confiança. Nunca soube de algo que desabonasse sua conduta. Em outubro foi exonerado, a pedido, para tratar de sua passagem para a inatividade. Tenho certeza de que ele dará todos os esclarecimentos.'  

Em dezembro, o filho do presidente foi convidado pelo MP-RJ a prestar depoimento. Segundo o Ministério Público, “por prerrogativa parlamentar”, o senador eleito pode “optar por outra data”.